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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Perfeitamente básico!

Liv Tyler: basicamente perfeito!

Minhas obsessões de sempre

Aerosmith, gatos, livros, estantes...




Minhas atuais obsessões


obsessões da modernidade

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Jogo do Livro


Na semana passada aconteceu o VIII Jogo do Livro na UFMG e eu estive lá!!!!
"O Jogo do Livro é um evento bianual promovido pelo Ceale desde 1995. Tem por objetivo discutir os significados do letramento literário na sociedade brasileira e a diversidade dos meios de apropriação e do uso da leitura em contexto escolar e não-escolar."
Então, como o próprio nome já diz, é um encontro em que são tratadas questões relacionadas a leitura e aos livros e este ano teve como tema "A tela e o livro".
Eu já havia participado em 2007, quando o tema foi sobre escolhas literárias e tinha adorado! Este ano não foi diferente. Livros, literatura, leitura, bibliotecas, cinema, computador, tecnologias, formação de leitores são temas que eu adoro e ouvir palestras de pessoas que entendem do assunto é muito bom!
Só dois estresses atrapalharam um pouquinho: minha mãe passou mal pra caramba, quase morri de preocupação,então fiquei numa correria danada. Eu ia pra UFMG, voltava pra casa, depois voltava pra UFMG, ufa! Ainda bem que eu moro perto e é só por isso que deu para ter essa flexibilidade. O segundo estresse rolou com a minha “chefa” que fica p. da vida com minhas ausências. Essa vai ficar sem os devidos comentários.
Enfim, rolou bastante coisa boa: contação de histórias, lanchinho, livros a 10 reais... Teve muita gente boa também: Rildon Cosson (ameeeiii), Rosa Maria Bueno Fisher, Leo Cunha, Antonieta Pereira, Guga Barros (do Programa Imagem da Palavra – adoooro), João Ceccantini, que, aliás, falou sobre seu estudo da obra de Monteiro Lobato e acabou de ganhar o prêmio Jabuti como melhor livro de não-ficção com o livro sobre o Monteiro. Eu tinha até grifado o nome dele para futuras pesquisas e agora fiquei mais interessada ainda!

Notícia sobre o Prêmio Jabuti

Pra finalizar, foram 3 dias muito produtivos!

sábado, 31 de outubro de 2009

Fórum das Letras 2009



Ouro Preto aí vou eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeu!!!!!!!!!!!!!!

Reflexões 2

Cada vez mais eu acredito que não precisa da gente ser grossa para tirar as pessoas inconvinientes, ou melhor, colocá-las em seu devido lugar. Uma simples verdade em meio a uma conversa falsa, desconcerta a pessoa e eu me sinto extremamente realizada, tudo pára a minha volta e nada mais importa.

Reflexões 1

O Lula disse, durante a inauguração da nova sede da Rede Record, que a vida é como um filme. Pois eu diria que a vida é como um baile de máscaras, onde as pessoas colocam suas máscaras e incorporam aquele personagem como se fosse elas mesmas. Ao fim do baile, ao voltarem para suas casas, tiram suas máscaras e sentem aquela dor enorme por não serem nada daquilo.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Minha humilde opinião

Em tudo nesta vida temos os prós e os contras, os bons e os maus, os bonitos e os feios, etc. Nessa meiuca temos os livros bons e os livros ruins e filmes bons e ruins.
Dos livros e filmes bons eu falo toda hora. Pois hoje eu vou falar de livros ruins. Ruins eu sei que existem muitos, e eu sei também que isto é a minha reles opinião, mas vou falar dos livros ruins mais recentes que eu li:

Homem bom é homem morto - E livro ruim é este aí! Comprei estritamente pelo título, porque achei interessante. Ele também estava lá no sebo... tão baratinho... Pensei, por que não? Mas é uma tortura! Eu que tenho problema de não conseguir abandonar uma leitura, sofria e ficava pensando "meu deus, onde isso vai chegar"! Primeiramente, eu tomei antipatia pela personagem principal e tudo que ela narrava eu ficava pensando "ai que convencida, ai que retardada, ai que chata".
Às vezes acontecia alguma coisa ou outra que agitava o beco, mas as situações ficavam vagas, mal resolvidas e a chatice rolava solta. Resumindo, eu achei um saco!

Ela e outras mulheres - Não nego que o Rubem Fonseca é um puta escritor brasileiro, mas que eu achei uma chatice esse livro eu achei. E vou falar mal. Comprei este livro quando fui fazer compras no Carrefour. O vi na prateleira, peguei e li só a contra capa, pq ele estava lacrado. Pensei "um livro do Rubem FF (Fonseca Famoso), deve ser bom, vou levar".
Comecei a ler no mesmo dia e terminei no dia seguinte. É um livro fácil de ler, são 27 contos às vezes sobre mulheres, às vezes as narradoras eram mulheres.
Então, é uma matança, uma trepação, umas vidas fudidas, isso foi me dando um enjôo. Tá, eu sei que a escrita dele é assim, forte, mas achei pouco estimulante, as sacadas não soaram tão fodas pra mim, daquelas que te deixam de boca aberta. Era muito “simple assim”. Portanto, não me atraiu, não deixou lição de moral (huahuahua), foi apenas mais um livro que li. Ele tem outros melhores.

Anti-Justine – A minha mania, de não conseguir parar de ler um livro antes que ele acabe, me fez descobrir que este livro não tem final! Depois de ler sobre muita trepação, incesto, swing comendo solto e tudo mais, descobri que o autor não finalizou a história. Ao final pensei "Vai se f. se vc tem pendências com Marques de Sade" E fiquei com vontade ler alguma coisa do Marques de Sade, pra saber o porquê de tanta implicância. Como disse alguém em algum blog que eu li, o livro parace aqueles filmes pornôs sem história! Para se ter uma idéia do sem noção, leia com calma e pausadamente alguns nomes dos personagens que rondavam o livro: Cupidonet, Traçodeamor, Cordadetripa, Varanegra, Quebramoita, Pelosedoso, Coneta, Cochete, Rosamalva, Conaveludada, e por aí vai, nessa originalidade só.

Pronto, falei!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Sites interessantes

Os sites da vez tem a ver com decoração.

I Suwannee

É um blog pessoal, onde também fala sobre decoração.
O que mais me atraiu foi a parte das "Estantes do dia" (Bookcases of the day), mas a decoração de todos os ambientes da casa também são ótimas.



Sweet Home Style
Este site não dá dicas de decoração, mas traz fotos lindas de quartos, salas, banheiros. Enfim, estilo!

Reflexão sobre leitura

Pintura de Renoir

"Será a leitura esse ato solitário, que afasta o mundo e do mundo? Só o leitor e o texto? O isolamento, o mundo ausente, espaço/tempo de incontaminada intersubjetividade?" - Magda Soares

sábado, 24 de outubro de 2009


Texto interessante sobre a leitura de clássicos

Clássicos: ontem, hoje, sempre

“Clássico não é um livro antigo e fora de moda. É livro eterno que não sai de moda.”

(Ana Maria Machado, Como e por que ler os clássicos universais desde cedo)

O QUE FAZ UM LIVRO SER UM CLÁSSICO?

A primeira resposta a essa pergunta é: o tempo. Um clássico é um texto antigo que, na verdade, sobreviveu ao tempo por apresentar leituras mais amplas dos que as feitas por seus leitores contemporâneos. Milhares de personagens povoaram as páginas dos livros escritos no século XIX, por exemplo, mas recordamos apenas alguns nomes como Sherlock Holmes, símbolo do detetive investigativo, Phileas Fogg, o apostador inglês que aceita fazer uma volta ao mundo com a tranquilidade de quem serve o chá em seu clube, ou Heathcliff, o modelo do amor selvagem que desafia o além e a eternidade, num texto vibrante como o de O morro dos ventos uivantes. Esses personagens desligaram-se de seus autores – Conan Doyle (1859 – 1930), Júlio Verne (1828 – 1905) e Emily Bronte (1818 – 1848 , respectivamente – para se eternizar na memória dos leitores de todos os recantos do mundo.
Um bom texto é aquele que seduz os seus leitores, mas um clássico é aquele que seduz a posteridade. Um livro bem escrito nos apresenta personagens densos – gente “de carne e osso” mais do que gente “de papel” - que não agem assim ou assado por intenção do autor, mas tomam o destino nos dedos e fazem acontecer. Porém, para que esses personagens ganhem a dimensão de clássicos, devem transcender a própria realidade momentânea, devem dialogar com novas gerações além das próprias limitações da sua época e até da motivação dos autores.
Um exemplo: é sabido que Jonathan Swift (1667 – 1745) escreveu Viagens de Gulliver com a intenção de criticar a política de seu tempo, por meio de símbolos e ironias. Ora, mas qual leitor hoje vai exclusivamente procurar elementos de crítica social nos seres liliputianos ou gigantescos, encontrados pelo tal Gulliver em suas andanças? Temos muito mais interesse em acompanhar as aventuras de um homem comum em terras maravilhosas do que em localizar aqui e ali a caricatura de um determinado político britânico.

POR QUE LER OS CLÁSSICOS HOJE?

Porque histórias e personagens clássicos alimentaram e alimentam nossa imaginação. Porque é injusto deixar um jovem leitor ignorante das fontes básicas da nossa literatura e até de valores culturais que se popularizaram muito além das páginas dos livros onde nasceram. Porque um texto clássico, até para ganhar esse rótulo, sempre tem uma boa história. Tem personagens muito expressivos. É sedutor. Enfim, pode ser bem gostoso de se conhecer e ler!
Personagens e enredos clássicos se tornam tão populares que muitas vezes ultrapassam o próprio contexto em que surgiram, nomeando comportamentos e objetos bem diversos. Por exemplo: quem nunca ouviu o termo “quixotesco”, utilizado para qualificar uma atitude ou idéia fantasiosa ou irreal? Ou então: qual brasileiro desconhece que “Romeu e Julieta” é o nome da saborosa sobremesa que junta queijo com goiabada, dois “rivais culinários” que se complementam amorosamente? A pessoa pode jamais ter lido Cervantes (1547 – 1616) ou Shakespeare (1564 – 1616) em sua vida, mas é quase certo que conheça os rudimentos das histórias dos personagens criados por eles. Sabe que Dom Quixote era um sonhador, um homem que se acreditava um cavaleiro pronto para atacar moinhos de vento, imaginando que fossem perigosos gigantes. Ou que os Montecchio e os Capuleto eram famílias rivais que impediram a união de seus filhos apaixonados, Romeu e Julieta, levando-os a uma atitude extremada.
Muitas das referências culturais de hoje, tão populares, vieram dessas histórias clássicas. Tomar contato com elas é um modo de alimentar nossa curiosidade, conhecimento e sabedoria.

TRADUZIR, TRANSCREVER OU SEDUZIR?

Acredito que, para popularizar os clássicos, não se pode ser nem purista nem ranzinza. Há que entender as mudanças dos tempos e ser realista diante das habilidades leitoras dos jovens e crianças de nossos dias. Afinal, estilo, vocabulário, descrições de lugares, roupas e costumes variam bastante. E se nos ativermos de maneira muito detalhada a esses elementos, corremos o risco de perder uma boa história por apego excessivo ao supérfulo, àquilo que dificulta ou atrapalha a leitura nos dias atuais, ainda mais para um leitor jovem ou pouco familiarizado com recursos da época.
Vamos a um exemplo: numa perspectiva literária, o enredo de Os três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas (1802 – 1870), certamente atrai o leitor comum de hoje, com os heróis espadachins defendendo sua honra em duelos arriscados e resolvendo as intrigas do palácio real, mas as 500 páginas do livro, com descrições minuciosas de batalhas e trajes festivos, são mais adequadas à leitura de um pesquisador do que a de um fã de aventuras.
Além disso, se estamos falando de clássicos estrangeiros, temos diante de nós, leitores brasileiros contemporâneos, o árduo caminho do idioma original em que essas obras foram escritas. Então numa expectativa “quixotesca”, o jovem leitor ideal deveria ler os clássicos em versão integral, no idioma de origem. Ou isso, ou ficar na ignorância!
Ora, acredito que é melhor um jovem conhecer as características gerais de uma boa obra ou de um personagem clássico, mesmo que em um livro mais sintético e em estilo mais compatível a seu nível de leitura,do que permanecer na ignorância em relação a sentimentos, ícones ou símbolos de nossa cultura.
Ou como nos diz Ana Maria Machado, no mesmo ensaio do qual se extraiu a epígrafe deste artigo: “o primeiro contato com um clássico, na infância e na adolescência, não precisa ser com o original. O ideal mesmo é uma adaptação bem-feita e atraente”. Um bom tradutor ou adaptador pode então resgatar um livro para as futuras gerações! Até porque isso já vem sendo feito em outros veículos, como o cinema e a TV, que adaptam os livros para filmes ou programas, mas não “destroem” a possibilidade de o espectador também tomar contato com a história impressa, vindo a se tornar um leitor. Eventualmente, um jovem que leu uma adaptação de Os irmãos coragem, por exemplo, pode se interessar pela grandiosa obra de Alexandre Dumas e lê-la detalhadamente quando adulto. A adaptação teria aqui a função de isca lançada ao leitor, para que este seja “fisgado” posteriormente para o mar dos grandes e saborosos peixes das boas leituras.

Marcia Kupstas - escritora

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Kylie Minogue

In my arms

How do you describe a feeling?
I've only ever dreamt of this

DJ's spinning up my favorite song
Hurry up and get a grove on
Light fantastic and it won't be long
Don't let the moment slip away

Cause you and I can find a pleasure
No one else has ever known
Feels like it is now or never
Don't wanna be alone

How do you describe a feeling?

How does it feel in my arms?
How does it feel in my arms?
Do you want it? Do you need it?
Can you feel it? Tell me!
How does it feel in my arms?

I've only ever dreamt of this

Gotta feeling this is something strong
All I wanna do is move on
No more wondering where I belong
So never go away

Cause you and I a guilty pleasure
No one else has ever known
Feels like it is now or never
Don't wanna be alone

How do you describe a feeling?

How does it feel in my arms?
How does it feel in my arms?
Do you want it? Do you need it?
Can you feel it? Tell me!
How does it feel in my arms?

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Findi "movie"mentado


A estranha perfeita e Encurralados foram indicação de uma amiga. Ela disse que os dois eram surpreendentes e são mesmo. Só que não posso contar nadinha sobre eles, senão perde a graça. Vicky Cristina Barcelona é divertido e só me deu mais vontade de ir pra Europa. O Cry Wolf é com o Bon Jovi, então, mesmo que não fosse um supra sumo a presença dele já bastava! hauahuahua

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Sites interessantes!

O Site da vez é o Mirage Bookmark!

Descobri este site durante minhas pesquisas por livrarias e bibliotecas no google. Ele apareceu durante as buscas porque fala sobre os marcadores de livros, sua origem e tal. Tem também vários modelos de marcadores e coisas sobre livros em geral.

Dois links que mais me chamaram a atenção:
As Livrarias Mais Interessantes do Mundo
Este, como o nome já diz, tem fotos de várias livrarias interessantes que existem. Com certeza você entra e imediatamente vem aquela sensação de querer comprar TUDO! Dá uma olhada nessa:

Esta livraria, a Shakespeare and Co Antiquarian Books fica na França e é uma das livrarias mais clicadas pelas pessoas. Se você procurar no google vai ver o tanto de links que falam sobre ela. Mais fotos!

O outro link é este: As Bibliotecas Mais Interessantes Do Mundo.
É de babar!!!!!!!

Esta é a sala de leitura da Biblioteca de Estocolmo, Suécia. Eu queria uma dessa aqui em BH!!

Muuuuito bom!!!!

domingo, 18 de outubro de 2009

Hum!!!!!!

sábado, 17 de outubro de 2009

Sites interessantes!

O Photoshop, sem dúvidas, é muito bom!
Porém, ultimamente, alguns sites estão proporcionando uma facilidade imensa para fazer efeitos em fotos e tem atraído olhares.
Vai aí, então, algumas dicas de sites!

Rollip
Neste site você transforma suas fotos em fotos estilo polaroid e também consegue fazer outros efeitos nas imagens.



Puricute
Neste site você enche suas fotos de coisinhas cutes!


Montafoto

Neste site você pode fazer montagens com suas fotos.

Loona Pix
Neste site você pode criar efeitos nas suas fotos.


Photofunia
Neste site dá para criar um livrinho com suas fotos, entre outros efeitos.



huahauhauhau Muito bom!!!